TYBA

The Development Habitat

Seu ambiente. Tudo conectado.

Terminal desktop multi-sessão, com um core em Rust que classifica o risco de cada comando — e recusa git push origin main antes que a interface tenha chance de opinar.

Ainda não há release

Te aviso quando der para baixar

Um binário que não existe não vira botão de download. Deixa seu e-mail e você sabe primeiro — no sistema que você está usando agora.

Só para avisar do lançamento. Sem spam.

macOS · Windows · Linux — nenhum binário publicado ainda.

Disponível em
  • macOS
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  • Linux
Continua
O porquê

TYBA não é um terminal.
Não é uma IDE.
É o habitat onde desenvolvedores e tecnologias convergem para criar.

O desenvolvimento de software evoluiu. As ferramentas se multiplicaram — cada uma resolve um problema. Mas nenhuma delas foi desenhada para conviver. O TYBA foi.

Não substituindo as ferramentas em que você já confia, mas dando a elas um lugar onde trabalham juntas de verdade. Um habitat para o desenvolvimento moderno.

O nome

Tyba vem do tupi.

Lugar onde as coisas se reúnem em abundância. Onde vidas diferentes convivem.

Uma aldeia.

Um nome brasileiro para uma ideia universal.

O desenvolvimento de software moderno é igual.

ShellGitIAContainersCloudWorkspaces

Cada um é poderoso. Juntos, viram algo maior.

Tyba é onde eles se encontram.

Conceito

Quatro rios, um ponto de encontro

A marca não é decoração: é o desenho do produto.

Sistemas independentes

Shell, git, containers, agentes. Cada um com sua janela, seu estado, seu contexto.

Convergência

As correntes se dobram uma na direção da outra. O contexto passa a ser compartilhado.

Um só ambiente vivo

Um habitat. O que está ativo emite luz; o que é destrutivo passa por você.

O habitat

Uma janela. Sete superfícies.

Cada superfície é uma ferramenta que você já usa, no mesmo workspace e com o mesmo contexto. O que já roda está marcado como tal — o resto está em construção, e diz isso.

Diff · o que o agente mudou
Metadados de sessão
O que já existe

Terminal antes de tudo

Nada aqui é promessa. É o que roda hoje, no app.

Segurança

Três fontes de comando. Uma delas você não controla.

Um terminal que aceita comandos de um agente herda a superfície de ataque do que o agente lê.

  1. 1Você
    Confiável

    Digitou, leu, sabe o que quer.

  2. 2Um agente
    Erra

    Boa fé, contexto incompleto. Vai propor besteira em algum momento.

  3. 3O que o agente leu
    Não confiável

    Uma issue, um README, a saída de um comando. Aqui mora prompt injection.

Todo comando recebe uma cor

O core classifica o risco antes de qualquer coisa acontecer. É o modelo que governa a inbox de aprovações.

  • Verde

    Leitura. Aprovação automática.

  • Amarelo

    Escrita local. Aprovação automática configurável.

  • Vermelho

    Rede, remoto, destrutivo. Sempre passa por você.

Push para main é recusado pelo core, não pela UI

A recusa vive em Rust, abaixo da interface. Cobre o nome direto, o refspec e o force-push. Uma janela comprometida não contorna isso.

src-tauri/src/approvals/mod.rs
pub fn is_refused_by_core(command: &str) -> bool
Coberto por testes
  • core_recusa_push_para_main_master
  • core_nao_recusa_push_para_feature
Ainda não existe

O que vem depois

Está no roadmap, não no release. Enquanto não rodar, não vira bullet de marketing.

Ainda não há release

Te aviso quando der para baixar

Um binário que não existe não vira botão de download. Deixa seu e-mail e você sabe primeiro — no sistema que você está usando agora.

Só para avisar do lançamento. Sem spam.

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